Três gerações se passaram, e A Mão Branca, a cada geração, renovou-se de acordo com a geriatria e gerontologia de sua época. Hoje, no limiar do novo século, depois de chegar à excelência no trato com o idoso, proporcionando a todos muito carinho, lazer e calor humano ... (leia mais)
 
 
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Iley Sevilha
Minha mãe teve A.V.C em maio de 2004, desde então ela está na “A Mão Branca”, há mais ou menos 6 anos e meio.

Minha mãe sempre foi uma pessoa dinâmica, alegre, cozinhava muitíssimo bem, fazia velas artesanais, pintava tecidos, fazia bijuterias e pintava estátuas de gesso, gostava de cantar e dançar, muito bonita e vaidosa. Quando teve AVC, ficou na UTI e foi uma surpresa triste para todos nós.

Antes de chegar na “A Mão Branca” fui visitar 20 instituições pessoalmente com meu pai, que hoje tem 89 anos. Optamos por essa, minha mãe chegou aqui sem falar absolutamente nada, com o olhar triste, perdida e cheia de medo. Fomos recebidos com muito amor, carinho e calma fazendo com que minha mãe reagisse com risada e segurança.

Hoje minha mãe da boas gargalhadas, faz fonoterapia, fisioterapia, participa das atividades, passeios é muito querida por todos que fazem o nome “A Mão Branca” ser o que é hoje. Minha mãe progrediu bastante dentro das limitações que ela tem, seu olhar é calmo, tranqüilo, sereno e cheio de amor. Venho todos os dias à tarde visitar minha mãe, nesses 6 anos e meio nunca faltei. A família tem que fazer a sua parte junto ao morador, enchê-lo de carinho e amor.
(Filha) Mariley Fervilho


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